Planta borboleta redefine o aproveitamento dos espaços nos apartamentos modernos
Com ambientes distribuídos de forma estratégica, o conceito entrega funcionalidade, conforto e eficiência para os moradores
Divulgação
A busca por imóveis com melhor aproveitamento dos espaços tem impulsionado uma transformação silenciosa nos projetos residenciais brasileiros. Mais do que observar a metragem total, compradores e investidores passaram a avaliar como cada metro quadrado é utilizado dentro do apartamento, favorecendo soluções arquitetônicas capazes de entregar funcionalidade, conforto e otimização dos ambientes.
Esse movimento acompanha uma mudança no próprio perfil da demanda. Dados da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO) mostram que apartamentos de até 50 metros quadrados representaram cerca de 40% de todos os imóveis comercializados em Goiânia em 2024. Foram 4.324 unidades vendidas no período, evidenciando a crescente procura por imóveis com plantas mais eficientes e inteligentes.
O que é a planta borboleta?
Entre as soluções que vêm ganhando destaque está a chamada planta borboleta. O conceito recebe esse nome devido à disposição dos ambientes: a área social ocupa a região central do apartamento, enquanto os dormitórios ou suítes ficam posicionados nas extremidades, lembrando o formato de asas abertas. Segundo o gerente comercial da Terral Incorporadora, Ricardo Cruz, a principal diferença em relação aos modelos tradicionais está justamente na eliminação das áreas de circulação.
"Nas plantas convencionais, normalmente existe um corredor conectando os ambientes. Na planta borboleta, a área social fica no centro e os quartos nas extremidades, eliminando a necessidade de corredores. Isso permite um aproveitamento muito mais eficiente dos espaços", explica. Ainda de acordo com o executivo, a ausência dessas áreas de passagem faz com que praticamente toda a metragem adquirida pelo cliente tenha uma função efetiva dentro do imóvel.
Na prática, essa eficiência pode representar ganhos significativos. Ricardo destaca que projetos mais inteligentes permitem entregar o mesmo programa habitacional utilizando menos área construída. "Hoje conseguimos desenvolver apartamentos de dois quartos com o mesmo nível de funcionalidade que anteriormente exigiam uma metragem maior. Isso gera economia para o comprador sem comprometer o conforto ou a experiência de moradia", ressalta.
Funcionalidade, valorização e novos hábitos de morar
Além da otimização dos ambientes, as plantas inteligentes respondem diretamente às mudanças de comportamento observadas nos últimos anos. O avanço do trabalho híbrido, a redução do tamanho das famílias e a valorização do tempo têm levado os consumidores a buscar imóveis mais práticos, organizados e alinhados às necessidades da rotina contemporânea.
Uma pesquisa do DataZAP, divulgada em 2026, mostra que a metragem mediana procurada por locatários caiu de 71 m², em 2023, para 58 m², em 2025. Apesar da redução da área desejada, os entrevistados apontaram como prioridades ambientes bem divididos (69%), imóveis arejados (77%) e presença de varanda (64%).
Para Ricardo Cruz, a inteligência de planta tem papel fundamental nesse cenário. "Uma planta bem resolvida aumenta a percepção de espaço e faz com que o apartamento pareça maior e mais confortável. Isso vale para qualquer tipologia de imóvel, independentemente da metragem", destaca.
O executivo observa ainda que investidores estão entre os perfis que mais valorizam a planta borboleta, principalmente pela versatilidade proporcionada pela separação dos dormitórios. "Esse modelo permite maior independência entre os quartos, tornando o imóvel muito atrativo para locação compartilhada. É uma característica bastante valorizada por investidores que buscam rentabilidade e flexibilidade de uso", afirma.
A busca por eficiência também começa muito antes da fase de desenvolvimento dos projetos. Entre os cuidados adotados pela incorporadora estão a redução de paredes sem função prática, a criação de áreas adequadas para armários e móveis planejados, além da atenção à ventilação, iluminação natural e conforto dos ambientes. Segundo o gerente comercial, a tendência é que esse conceito se fortaleça nos próximos anos.
"Os consumidores estão cada vez mais atentos à forma como a metragem é distribuída. A planta inteligente deixou de ser um diferencial e caminha para se tornar uma exigência do mercado. O objetivo é garantir que cada metro quadrado entregue valor real para quem mora ou investe", conclui.
Esse movimento acompanha uma mudança no próprio perfil da demanda. Dados da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO) mostram que apartamentos de até 50 metros quadrados representaram cerca de 40% de todos os imóveis comercializados em Goiânia em 2024. Foram 4.324 unidades vendidas no período, evidenciando a crescente procura por imóveis com plantas mais eficientes e inteligentes.
O que é a planta borboleta?
Entre as soluções que vêm ganhando destaque está a chamada planta borboleta. O conceito recebe esse nome devido à disposição dos ambientes: a área social ocupa a região central do apartamento, enquanto os dormitórios ou suítes ficam posicionados nas extremidades, lembrando o formato de asas abertas. Segundo o gerente comercial da Terral Incorporadora, Ricardo Cruz, a principal diferença em relação aos modelos tradicionais está justamente na eliminação das áreas de circulação.
"Nas plantas convencionais, normalmente existe um corredor conectando os ambientes. Na planta borboleta, a área social fica no centro e os quartos nas extremidades, eliminando a necessidade de corredores. Isso permite um aproveitamento muito mais eficiente dos espaços", explica. Ainda de acordo com o executivo, a ausência dessas áreas de passagem faz com que praticamente toda a metragem adquirida pelo cliente tenha uma função efetiva dentro do imóvel.
Na prática, essa eficiência pode representar ganhos significativos. Ricardo destaca que projetos mais inteligentes permitem entregar o mesmo programa habitacional utilizando menos área construída. "Hoje conseguimos desenvolver apartamentos de dois quartos com o mesmo nível de funcionalidade que anteriormente exigiam uma metragem maior. Isso gera economia para o comprador sem comprometer o conforto ou a experiência de moradia", ressalta.
Funcionalidade, valorização e novos hábitos de morar
Além da otimização dos ambientes, as plantas inteligentes respondem diretamente às mudanças de comportamento observadas nos últimos anos. O avanço do trabalho híbrido, a redução do tamanho das famílias e a valorização do tempo têm levado os consumidores a buscar imóveis mais práticos, organizados e alinhados às necessidades da rotina contemporânea.
Uma pesquisa do DataZAP, divulgada em 2026, mostra que a metragem mediana procurada por locatários caiu de 71 m², em 2023, para 58 m², em 2025. Apesar da redução da área desejada, os entrevistados apontaram como prioridades ambientes bem divididos (69%), imóveis arejados (77%) e presença de varanda (64%).
Para Ricardo Cruz, a inteligência de planta tem papel fundamental nesse cenário. "Uma planta bem resolvida aumenta a percepção de espaço e faz com que o apartamento pareça maior e mais confortável. Isso vale para qualquer tipologia de imóvel, independentemente da metragem", destaca.
O executivo observa ainda que investidores estão entre os perfis que mais valorizam a planta borboleta, principalmente pela versatilidade proporcionada pela separação dos dormitórios. "Esse modelo permite maior independência entre os quartos, tornando o imóvel muito atrativo para locação compartilhada. É uma característica bastante valorizada por investidores que buscam rentabilidade e flexibilidade de uso", afirma.
A busca por eficiência também começa muito antes da fase de desenvolvimento dos projetos. Entre os cuidados adotados pela incorporadora estão a redução de paredes sem função prática, a criação de áreas adequadas para armários e móveis planejados, além da atenção à ventilação, iluminação natural e conforto dos ambientes. Segundo o gerente comercial, a tendência é que esse conceito se fortaleça nos próximos anos.
"Os consumidores estão cada vez mais atentos à forma como a metragem é distribuída. A planta inteligente deixou de ser um diferencial e caminha para se tornar uma exigência do mercado. O objetivo é garantir que cada metro quadrado entregue valor real para quem mora ou investe", conclui.
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): CAROLINA OLIVEIRA DE ASSIS
kasane@kasane.com.br