Rodk transforma ausência em poesia no single “Solidão, Amor”, que chega às plataformas na próxima sexta, 27 de março, acompanhado de um visualizer
A faixa é autoral e marca o retorno do artista após o EP Marolas e inaugura um novo momento criativo em sua trajetória
Pietro Godinho
A solidão pode ser escolha, dor ou amadurecimento — e é nesse território sensível que o artista Rodk mergulha em seu novo single, “Solidão, Amor”, que chega às plataformas digitais no dia 27 de março, acompanhado de um visualizer que estará disponível no mesmo dia, a partir das 18h. Autoral e profundamente pessoal, a faixa marca o início de uma nova fase criativa do artista após o lançamento do EP Marolas, em outubro de 2025.
A música nasceu de um momento íntimo e inesperado. Em uma madrugada silenciosa, diante da cidade vazia, Rodk começou a transformar em melodia um turbilhão de sentimentos. “Eu estava olhando pela janela e vendo a cidade vazia. Estava num momento difícil, de encerrar algumas amizades. Aí me peguei cantarolando uma letra que veio na minha cabeça e que expressava esse sentimento de solidão que carrego comigo desde muito novo”, relembra.
O resultado é uma canção que expõe um dilema universal: o conflito entre apreciar a própria solitude e desejar intensamente a presença de alguém. Para o artista, essa tensão é o coração da música. “Eu lido muito bem com a minha solitude, gosto de ter meu espaço, mas o que mexe comigo é quando eu estou numa boa e vem uma ânsia de ter alguém ali agora. Por isso, esse lado pesa mais”, explica.
Na canção, a solidão não aparece como um estado simples. Ela é, nas palavras de Rodk “uma escolha dolorosa”. “Muitas vezes eu escolho a solidão em primeiro lugar, mas muitas vezes ela dói. A música fala sobre essa dor que eu navego sem saber ser de outro jeito”, afirma.
Essa reflexão ganha forma em uma frase da própria canção que, segundo o artista, resume o dilema que inspirou o single: “Solidão a dois, navegando nesse som”. Para ele, a ideia revela que o encontro não necessariamente elimina a solidão. “No fim, a outra pessoa não acaba com a solidão, mas participa dela.”
Mesmo sendo uma música extremamente pessoal, o processo de torná-la pública foi desafiador. “Não foi agradável. É algo espinhoso e dá vontade de deixar a música na gaveta, quietinha”, confessa.
“Solidão, Amor” também marca um ponto de virada na trajetória artística de Rodk. Após o EP Marolas, o artista passou por um período de pausa e reflexão para definir os próximos passos de sua carreira. “Esse tempo foi necessário para rever o trajeto que quero percorrer e finalizar os processos artísticos das outras composições”, explica. “Hoje eu tenho mais clareza de que quero seguir no caminho da música e da arte. Antes havia dúvidas e distrações. Agora tenho mais foco.”
O single inaugura uma sequência de lançamentos previstos para 2026 e aponta para uma transformação estética. “Ela inicia um arco em que eu torno mais pop a minha expressão artística. Não é a identidade pronta, mas o começo de uma construção”, diz.
Ao longo do ano, o artista pretende lançar três singles que compartilham uma mesma identidade reflexiva, abordando temas como liberdade e novos ciclos. A estratégia também busca ampliar o alcance de sua música. “Quero provar que posso me comunicar, através da música, com todo tipo de gente”, afirma.
Com “Solidão, Amor”, Rodk apresenta não apenas uma nova canção, mas o primeiro capítulo de uma fase mais estratégica, pop e aberta ao público jovem adulto — sem abrir mão da introspecção que marca sua assinatura artística.
Se tivesse que resumir a música em três palavras, o próprio artista não hesita: “solidão, amor e dor”.
Crédito obrigatório das fotos para Guto Costa
Link para o pré-save: https://distro.ffm.to/solidao_amor
Link para o visualizer: https://www.youtube.com/watch?v=g9pacyqWjFc
“Solidão, Amor”
Eu vou cantar pra mim
Uma canção de dor
Que é pra saber se eu quero
Ser tão só
Ou ter alguém assim
Alguém pra pôr um fim
Na solidão de ser
Alguém tão só
Dessa janela eu vejo a estrada
A luz da lua, a madrugada
Eu rezo pra que o dia nasça
E o tempo passa
Cantar a noite
Cansar o tempo
Cantar sozinho
Fazer lamento
Eu vou cantar pra mim
Uma canção de dor
Que é pra saber se eu quero
Um amor
Solidão, amor
Navegando nessa dor
Solidão a dois
Navegando nesse som
A música nasceu de um momento íntimo e inesperado. Em uma madrugada silenciosa, diante da cidade vazia, Rodk começou a transformar em melodia um turbilhão de sentimentos. “Eu estava olhando pela janela e vendo a cidade vazia. Estava num momento difícil, de encerrar algumas amizades. Aí me peguei cantarolando uma letra que veio na minha cabeça e que expressava esse sentimento de solidão que carrego comigo desde muito novo”, relembra.
O resultado é uma canção que expõe um dilema universal: o conflito entre apreciar a própria solitude e desejar intensamente a presença de alguém. Para o artista, essa tensão é o coração da música. “Eu lido muito bem com a minha solitude, gosto de ter meu espaço, mas o que mexe comigo é quando eu estou numa boa e vem uma ânsia de ter alguém ali agora. Por isso, esse lado pesa mais”, explica.
Na canção, a solidão não aparece como um estado simples. Ela é, nas palavras de Rodk “uma escolha dolorosa”. “Muitas vezes eu escolho a solidão em primeiro lugar, mas muitas vezes ela dói. A música fala sobre essa dor que eu navego sem saber ser de outro jeito”, afirma.
Essa reflexão ganha forma em uma frase da própria canção que, segundo o artista, resume o dilema que inspirou o single: “Solidão a dois, navegando nesse som”. Para ele, a ideia revela que o encontro não necessariamente elimina a solidão. “No fim, a outra pessoa não acaba com a solidão, mas participa dela.”
Mesmo sendo uma música extremamente pessoal, o processo de torná-la pública foi desafiador. “Não foi agradável. É algo espinhoso e dá vontade de deixar a música na gaveta, quietinha”, confessa.
“Solidão, Amor” também marca um ponto de virada na trajetória artística de Rodk. Após o EP Marolas, o artista passou por um período de pausa e reflexão para definir os próximos passos de sua carreira. “Esse tempo foi necessário para rever o trajeto que quero percorrer e finalizar os processos artísticos das outras composições”, explica. “Hoje eu tenho mais clareza de que quero seguir no caminho da música e da arte. Antes havia dúvidas e distrações. Agora tenho mais foco.”
O single inaugura uma sequência de lançamentos previstos para 2026 e aponta para uma transformação estética. “Ela inicia um arco em que eu torno mais pop a minha expressão artística. Não é a identidade pronta, mas o começo de uma construção”, diz.
Ao longo do ano, o artista pretende lançar três singles que compartilham uma mesma identidade reflexiva, abordando temas como liberdade e novos ciclos. A estratégia também busca ampliar o alcance de sua música. “Quero provar que posso me comunicar, através da música, com todo tipo de gente”, afirma.
Com “Solidão, Amor”, Rodk apresenta não apenas uma nova canção, mas o primeiro capítulo de uma fase mais estratégica, pop e aberta ao público jovem adulto — sem abrir mão da introspecção que marca sua assinatura artística.
Se tivesse que resumir a música em três palavras, o próprio artista não hesita: “solidão, amor e dor”.
Crédito obrigatório das fotos para Guto Costa
Link para o pré-save: https://distro.ffm.to/solidao_amor
Link para o visualizer: https://www.youtube.com/watch?v=g9pacyqWjFc
“Solidão, Amor”
Eu vou cantar pra mim
Uma canção de dor
Que é pra saber se eu quero
Ser tão só
Ou ter alguém assim
Alguém pra pôr um fim
Na solidão de ser
Alguém tão só
Dessa janela eu vejo a estrada
A luz da lua, a madrugada
Eu rezo pra que o dia nasça
E o tempo passa
Cantar a noite
Cansar o tempo
Cantar sozinho
Fazer lamento
Eu vou cantar pra mim
Uma canção de dor
Que é pra saber se eu quero
Um amor
Solidão, amor
Navegando nessa dor
Solidão a dois
Navegando nesse som
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): ALESSANDRA GARCINDO DAYRELL
alessandra@rsvprp.com